Parceiros


Milhões de pessoas continuam a percorrer os caminhos do exílio em busca de refúgio, de casa e de acolhimento.
As histórias que #ECOS conta trazem-nos também para o presente,
e permitem-nos pensar sobre a construção
de lugares de pertença na Europa de hoje.

Universidades e Associações em parceria na construção
das memórias da Europa. #ECOS é uma parceria entre:

Centro em Rede de Investigação em Antropologia, CRIA
Associação de Exilados Políticos Portugueses, AEP61-74
Association Mémoire Vive / Memória viva
Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS) – tutela URMIS
Universidade Nova de Lisboa
Universidade de Copenhaga
Casa da Esquina – Associação Cultural

O CRIA é uma unidade de investigação inter-institucional, constituindo-se como a principal plataforma em Portugal dedicada à investigação e disseminação da antropologia. A sua actividade tem contribuído significativamente para o estabelecimento de relações com a sociedade civil promovendo um conjunto de iniciativas de difusão da ciência dirigidas a públicos diversificados como festivais e ciclos de cinema, projectos museológicos, exposições, conferências e tem vindo a produzir novas plataformas de divulgação de conteúdos (ex. Canal Antropologia, Podcast Entrecampos). Promove uma articulação inovadora com diferentes instituições universitárias, bem como com diferentes organizações não governamentais. Tem colaborado nas políticas sobre património cultural imaterial, sendo uma das instituições consultoras da UNESCO, bem como desenvolvido um amplo trabalho sobre mobilidades contemporâneas acompanhando a crise do Mediterrâneo através de diferentes iniciativas orientadas para estes contextos.

Associação de Exilados Políticos Portugueses
A AEP61-74, Associação de Exilados Políticos Portugueses reúne um conjunto de antigos desertores, refractários e exilados políticos portugueses na Europa. Tem por objectivos publicar os livros Exílios, testemunhos de exilados portugueses na Europa (1961-74); recolher e divulgar memórias do exílio dos anos 60/70 do século XX; criar, produzir e apoiar comunicação multimédia sobre o mesmo período; apoiar e desenvolver iniciativas pela paz, pelos direitos humanos, contra a guerra. É uma organização sem fins lucrativos e está aberta a iniciativas, defensores e activistas destas causas. Constitui-se como Bolsa de memórias vivas que possam animar escolas e bibliotecas com informação/documentação sobre este período da história contemporânea portuguesa. E ainda, contribuindo para o desenvolvimento local com o apoio à criação de percursos de turismo político e de natureza nas fronteiras mobilizando autarquias, escolas, associações culturais, associações de desenvolvimento local”;

Association Mémoire Vive / Memória viva
A Associação Mémoire Vive / Memória Viva foi criada em 2003, em Paris, com o objetivo de recolher e transmitir a memória da imigração portuguesa num espírito de troca e abertura. Por terem vivido a experiência da imigração portuguesa a partir de dentro, ou por estarem vinculados a esta pela via profissional ou privada, os seus membros procuram entender as condições históricas, políticas, económicas e sociais em torno dos fenómenos da emigração / imigração. Nesse sentido, a associação quer ser um lugar de testemunho, mas também de diálogo, de pesquisa e de promoção do conhecimento sobre o Outro. Trabalhando para publicar e / ou divulgar materiais com fins educativos (livros, dvds, exposições) sobre as temáticas que promove, organiza ainda a criação e a divulgação de um fundo de arquivo sobre imigração portuguesa no centro de documentação La Contemporaine (Université Paris Nanterre). Este fundo é constituído por doações privadas diversas e entrevistas de exilados.

Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS) – tutela URMIS
O CNRS é uma organização pública de pesquisa (instituição pública de natureza científica e tecnológica, sob a supervisão do Ministério do Ensino Superior, da Pesquisa e da Inovação). O Centro produz conhecimento e coloca esse conhecimento ao serviço da sociedade. Com cerca de 32.000 pessoas (dos quais 24.552 são estatutárias – 11.137 investigadores e 13.415 engenheiros, técnicos e funcionários administrativos) e implantação nacional, o CNRS opera em todos os campos do conhecimento, contando com mais de 1.100 unidades de investigação e serviço. O CNRS participa no projeto através do seu laboratório de pesquisa URMIS – Unité de Recherche Migrations et Societé (http://urmis.unice.fr/?lang=fr), que é uma unidade de pesquisa conjunta supervisionada pelas universidades Paris Diderot e Nice Sophia Antipolis, o Instituto de Investigação para o Desenvolvimento (IRD, UMR 205) e o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS, UMR 8245).

A Universidade Nova de Lisboa, participa através da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Esta instituição cultiva a liberdade de pensar e a reflexão crítica, atitudes fundamentais na formação do cidadão informado, responsável e preparado para o exercício das suas atividades profissionais e para a complexidade e dinâmica das sociedades atuais. Na NOVA FCSH, é possível encontrar investigação de referência em interação com um ensino de elevada qualidade em que se cruzam os saberes, das artes, das ciências sociais e das humanidades. No projecto fará acompanhamento científico em toda as actividades e promoverá a transferência de conhecimento para a sociedade civil portuguesa.

Universidade de Copenhaga
A Universidade de Copenhaga (UCPH) é a maior universidade da Dinamarca, com cerca de 40.000 estudantes e mais de 9.000 funcionários. De acordo com o “Ranking Académico das Universidades” de 2017, a UCPH ocupa o número 30 em todo o mundo e é a 6ª na Europa. A Universidade de Copenhaga participa do projeto através do seu Departamento ENGEROM, que abrange ensino e pesquisa nas principais línguas europeias, incluindo temas relacionados com a cultura, nomeadamente literatura, história, tradução e cinema. O departamento contribui assim para o desenvolvimento do conhecimento das línguas e culturas e para uma melhor compreensão de questões culturais, históricas e societais. O departamento está fortemente comprometido na disseminação desse conhecimento não apenas através do ensino, mas também através de uma extensa interação com a comunidade de negócios, com os media, as escolas e instituições públicas que dependem do conhecimento de culturas e idiomas históricos e contemporâneos.

Casa da Esquina – Associação Cultural
A Casa da Esquina foi constituída em 2007. Com apoios Anuais e Tripartidos do Ministério da Cultura/Direção Geral das Artes tem promovido programação e criação em quatro eixos: 1) Criações de teatro; 2) Residências artísticas para jovens criadores em áreas como teatro, performance, ilustração, escrita, cinema e música; 3) Acolhimento de novos projetos em torno da exploração de questões relacionadas com os lugares de habitação, a domesticidade e a intervenção artística no espaço urbano; 4) Projetos à esquina – projetos que nascem no seio da Casa e se autonomizam.
A Casa da Esquina concebeu projetos em coprodução com várias instituições como: Teatro Nacional D. Maria II, CCVF, TAGV e Teatro Aveirense [2018], e projetos pedagógicos para Skimstone Arts em Newcastle| UK [2011/2012], Convento São Francisco em Coimbra [2016 e 2019] Teatro Virgínia em Torres Novas [2017/2018 e 2018/2019], Bienal de Arte Contemporânea ANOZERO do CAPC [2015 e 2017] e Cine Teatro de Estarreja [2019] entre outros.

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